TJ condena banco por ofensa a cliente
O Tribunal de Justiça do Rio negou o recurso do Banco Itaú e manteve a condenação que exige o pagamento de uma indenização no valor de R$ 15 mil a um cliente que se sentiu ofendido e humilhado por um vigilante em uma agência bancária em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Na ação movida pelo cliente, ele contou que foi à agência na companhia de sua esposa e que meia hora antes da abertura, a fila já atingia cerca de 30 metros e, aberta a porta, ele demorou 30 minutos para ingressar no banco, o que, segundo ele, ocorreria em cinco minutos. "Não se concebe que se admita para contato com o público pessoas contratadas para segurança, sem treinamento ou equilíbrio para não agir de modo ineficiente e desrespeitoso" relatou o juiz em sua sentença. Banco recorre da sentença O Banco Itaú já recorreu da sentença em primeira instância alegando que o cliente teria passado por um mero dissabor e que não era razoável o valor da indenização. Os argumentos foram rejeitados pelos desembargadores da 18ª Câmara Cível. Agora, em nota oficial, o Banco Itaú informou que "entende que é de sua responsabilidade adotar medidas que preservem a segurança de seus funcionários e clientes". Segundo o comunicado, "as equipes do banco são treinadas para evitar eventuais situações de constrangimento que possam ocorrer com os clientes no acesso às agências". O Itaú afirmou que a "decisão será analisada pela área jurídica do banco". Leia a íntegra da nota: "O Itaú entende que é de sua responsabilidade adotar medidas que preservem a segurança de seus funcionários e clientes. A triagem na entrada das agências é uma das ações tomadas no dia-a-dia que reduz em muito o risco de assaltos a bancos. As equipes do banco são treinadas para evitar eventuais situações de constrangimento que possam ocorrer com os clientes no acesso às nossas agências. A decisão será analisada pela área jurídica do Banco. Fonte:g1.globo.com
Ao chegar à porta, o cliente descobriu que o motivo era o rigor extremo do vigilante, que obrigava os clientes a retornarem por três a quatro vezes à faixa amarela. Após entrar no banco, ele dirigiu-se ao segurança, ponderando que a fila do lado de fora estava muito grande. O vigilante teria respondido de forma grosseira e, ao insistir, o cliente foi xingado.
O juiz Wanderley de Carvalho Rego julgou o pedido do cliente procedente.
Assessoria de Imprensa – Banco Itaú"
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